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Criação de peixes é alternativa de renda a produtores

 

Lago Serra da Mesa: Goiás existe potencial para criação de peixes de água doce

O potencial da criação de peixes e outras espécies de água doce em Goiás foi mostrado ontem, 7, em Goiânia, durante encontro das associações do segmento vinculadas à Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura, na sede da entidade no Parque Agropecuário. O superintendente federal da Pesca, Paulo Roberto Pereira, confirmou a viabilidade da piscicultura no Estado. Aponta como aspectos positivos a abundância dos recursos hídricos, compostos em grande parte por grandes lagos. Citou a título de exemplo o da Serra da Mesa, na região norte, com 174 quilômetros quadrados de extensão.

O superintendente da Pesca ressaltou também o crescente mercado de pescados no mundo inteiro, a infraestrutura goiana e o interesse de investimentos de frigoríficos de peixes em Goiás. O superintendente, no entanto, fez coro às reclamações gerais da burocracia e das exigências com relação ao licenciamento ambiental. Esses entraves culminam por forçar um mercado informal. “Precisamos remover os entraves legais”, admitiu Paulo Roberto Pereira ante os produtores inconformados com a situação vigente.

Adilon de Souza, da Associação Goiana de Piscicultura, mostra-se convencido do crescimento das fazendas de criação de peixes no Estado. Ele defende a elaboração de um plano estratégico para o setor. E diz que manteve encontro com o secretário do Planejamento, José Vecci, que se convenceu da necessidade de fomento na área, “comprando a ideia”.

Os primeiros frigoríficos de pescados da água doce começam a aportar em Goiás. Alguns se localizam em Alexânia, Bonfinópolis e Itauçu. São plantas com capacidade de até 10 toneladas diárias. Souza observa que os piscicultores goianos podem produzir mais de um bilhão de toneladas.

O grupo Amazon Fish manifesta interesse em investir na instalação de frigoríficos top de linha em Goiás. Com matriz em Santana, no Amapá, o grupo, com mais de vinte anos no mercado, fez um levantamento técnico para implantação de um frigorífico em Turvânia. O projeto objetiva o processamento de dez toneladas diárias de peixes, promover a embalagem e comercializar o produto no mercado interno e externo. Segundo a presidente da empresa, Olga Sueli Prado Santana, as obras de terraplenagem foram interrompidas por “ordem do prefeito” de então. Ela não apresentou as razões do prefeito, mas que renegocia com o atual.

Ana Maria da Silva, discente de Engenharia de Pesca da Universidade de Toledo, no Paraná, abordou o tema enlatamento de peixes cultivados em água doce a produtores e a representantes de instituições ligadas ao setor. Entre os quais, a Associação Goiana de Piscicultura, a Associação Goiana dos Ranicultores, a Secretaria da Agricultura, Banco do Brasil, Superintendência da Pesca, Emater, Ceasa, Agrodefesa e Meio Ambiente. O encontro encerrou com palestra do professor Armin Feiden, dando continuidade ao cultivo de peixe em água doce.

Assessoria de Imprensa da Emater.

 

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